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sexta-feira, 7 de março de 2008

Wet dreams


Para ti, meu amor...
Por tudo aquilo que significas para mim, por tudo aquilo que és...
Por tudo aquilo que me fazes sentir, por todo o bem que me fazes...
Pelo quanto te amo, pelo quanto me fazes feliz...
Amo-te ! Parabéns!

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

Como sabemos que amamos alguém?

Sabêmo-lo quando olhamos nos olhos da outra pessoa e vemos aquele brilho especial que tanto nos aquece o coração, é vermos a felicidade lá espelhada quando olham para nós...
É amor, é felicidade, é... indescritível! A verdade é essa, podemos andar à procura de palavras caras, de palavras perfeitas mas, a verdade, é que é indescritível e, discutível também.
Primeiro, porque simplesmente, estamos nas nuvens e não conseguimos descer de lá para parar e tentar definir o que estamos a sentir.
Segundo, nem todas as pessoas o sentem da mesma forma. Por isso, o que para uns é verdade, para outros não o é ou então, não é apenas isso ou, não é bem isso...
A verdade, é que quando amamos, ao olhar a pessoa amada nos olhos, perdemo-nos completamente neles, ficamos como que hipnotizados... e isso, é algo de tão precioso!
Sentir isso é extraordinário, conseguir voar por todo o lado sem necessidade de ajuda, é ir aos confins do universo e voltar sempre com um sorriso nos lábios como se tivéssemos ido já ali... é das melhores sensações que se pode ter nesta vida...

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

Perfect day

Nunca um dia de Carnaval fora tão especial para mim...
Aliás, sempre foi uma época do ano desprezível segundo os meus parâmetros. Mas este ano algo de novo aconteceu, houve um acontecimento que me fez passar um dia tão melhor que o habitual.
Não foram os mascarados, nem os foliões... para dizer a verdade, nem sequer vi qualquer uma dessas hipóteses (excepto um palhaço no meio da rua de uma aldeola qualquer no meio do nada, que dançava a trocar os pés com umas botas da tropa calçadas, tinha ainda um nariz vermelho e uma peruca cor de laranja mas, na verdade, tanto o nariz como a peruca se dispensavam porque saltava à vista que era um palhaço).
A razão pela qual o meu dia foi tão especial, não se prende nem com ser feriado, nem com qualquer festejo por nenhuma festa, nem aniversário, nem nada... foi pela pura e simples razão de ter conhecido uma pessoa. Uma pessoa em cujo olhar me perdi, metade voando, metade sonhando... a tarde que passámos juntos a passear, aquele sentir que já nos conhecíamos há muito tempo, o teu sentido de humor, o teu riso contagiante...
A verdade, é que fizeste um bem que nem imaginas! Despertaste em mim coisas que julgava adormecidas, fizeste-me sentir que ainda tenho capacidade de amar que afinal, dentro de mim ainda existe espaço para o amor... obrigado! A tua entrada na minha vida foi como um raio de sol a romper através de uma espessa camada de nevoeiro... Nem que seja só por isso, já valeu a pena...
Pode-se dizer que foi um dia perfeito.
Bom, lá parece que este ano vou ter que comprar uma prenda para o dia dos namorados... não é?

sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

O amor é um lugar estranho 2

O amor nunca pode ser forçado, apressado. Deve fluir e surgir naturalmente, sem pressas...
Tem que ser sempre verdadeiro, total, avassalador ou, simplesmente, apaixonado, compreensivo...
Há quem diga que um grande amor, deve ser construído em cima de uma grande amizade.
Mas nem sempre... às vezes vem o amor e, com o tempo, a amizade floresce. Aí sim, essa conjunção amizade/amor torna uma relação mesmo sólida, à prova de receios e de traumas do passado. A não ser que se assuma compromissos que se podem acabar por revelar erros crassos.
Um erro crasso, é uma pessoa mudar a sua forma de ser por quem ama... porque quem ama, ama a outra pessoa como ela é, com todos os seus defeitos e virtudes. Não a tenta mudar de um dia para o outro, porque ao mudar a nossa forma de ser, estamos como que a ser forçados, a forçar algo que não somos... e provavelmente, nunca viremos a ser...
Tudo isto, acaba por ter, quase sempre, a consequências desastrosas. A pessoa que mudou começa-se a sentir cada vez mais revoltada por demonstrar algo que não é, as discussões começam-se a suceder... até que, essas discussões se tornam demasiado dolorosas e pesadas para suportar. Então, o amor esmorece, a força para lutar pela relação esgota-se... e, chega-se à conclusão que, apesar do amor que ainda existe, já não é suficiente para aguentar tanta desconfiança, tanta incredulidade, tanta frustração por assistir, impotente, à derrocada daquilo que foi construído durante tanto tempo e com tanto amor e carinho... com sorte, ainda resta a amizade, muito amachucada, mas presente.