terça-feira, 30 de outubro de 2007

Boulevard of broken dreams



I walk a lonely road
The only one that I have ever known
Don't know where it goes
But it's home to me and I walk alone

I walk this empty street
On the Boulevard of Broken Dreams
Where the city sleeps
and I'm the only one and I walk alone

I walk alone
I walk alone

I walk alone
I walk a...

My shadow's the only one that walks beside me
My shallow heart's the only thing that's beating
Sometimes I wish someone out there will find me
'Til then I walk alone

Ah-ah, Ah-ah, Ah-ah, Aaah-ah,
Ah-ah, Ah-ah, Ah-ah

I'm walking down the line
That divides me somewhere in my mind
On the border line
Of the edge and where I walk alone

Read between the lines
What's fucked up and everything's alright
Check my vital signs
To know I'm still alive and I walk alone

I walk alone
I walk alone

I walk alone
I walk a...

My shadow's the only one that walks beside me
My shallow heart's the only thing that's beating
Sometimes I wish someone out there will find me
'Til then I walk alone

Ah-ah, Ah-ah, Ah-ah, Aaah-ah
Ah-ah, Ah-ah

I walk alone
I walk a...

I walk this empty street
On the Boulevard of Broken Dreams
Where the city sleeps
And I'm the only one and I walk a...

My shadow's the only one that walks beside me
My shallow heart's the only thing that's beating
Sometimes I wish someone out there will find me
'Til then I walk alone...

lyrics by green day

segunda-feira, 29 de outubro de 2007

Será que ninguém vê?

Será que ninguém vê?
Ninguém vê que nos querem transformar em marionetas? Que querem manipular-nos como se fôssemos fantoches? Ninguém vê o que se passa?
Chegaram-me ao ouvido duas notícias hoje das quais eu já tinha ouvido uns ruídos de fundo...

A primeira: O aumento de preço de tudo quanto seja leite e seus derivados (queijos, iogurtes, natas, manteiga, etc).
A segunda: O aumento de preço do pão. Sim, ouviram bem! Outra vez!

Em relação à primeira, era uma questão de tempo...
Já a segunda... poupem-nos! Não há cú que aguente! Como querem que nós, pobres humanos, sobrevivamos? Ainda hoje, o padeiro que fornece o restaurante me disse que a farinha que usa no pão, vai passar a custar quase para o dobro! Como é que é possível? Está tudo maluco?
Mas eu sei de quem é a culpa!
É da p*** da "comodidade" europeia que "chula" os países periféricos para "engordar" os ricos do centro. Mas, a culpa não é só desses "chulos", é também dos nossos... como hei-de dizer? Governantes? Não. Ahhh... não sei, olhem, são aqueles gajos que estão no governo, pronto! A culpa destes, é a pior de todas! Porque estes é que fazem com que já quase não se produza trigo em Portugal (para quem não sabe, é de onde provem a farinha), visto que, incentivam à não produção, oferecendo subsídios para não cultivar trigo. E com que objectivo? É fácil... é sermos obrigados a importar farinha! Porque nos outros países, há excesso. Logo, precisavam de uns "patinhos" a quem "enfiar" aquela farinha toda que tinham lá a arrojar de um lado para o outro.
E então lembraram-se logo de Portugal! É só pagar umas férias ao ministro que ele arranja logo maneira de não haver trigo em Portugal e assim nos poderem entupir de excessos, enchendo os bolsos ao mesmo tempo. Bom negócio, hein?
E, o resultado está à vista, temos que comprar trigo no estrangeiro enquanto os nossos agricultores não sabem o que produzir! Logo, dá-se o chamado "efeito dominó": a farinha atinge preços exorbitantes e consequentemente, o pão também! E quem paga, quem é? Nós, para variar!

sexta-feira, 26 de outubro de 2007

Fear of the dark

Reconheço que ultimamente, o meu blog tem andado um pouco sombrio, obscuro... mas não tenham medo, isto passará brevemente. A não ser que tenham medo do escuro, Fear of the dark. http://www.youtube.com/watch?v=PieS0zG228A.

quarta-feira, 24 de outubro de 2007

Struggle within

A maior batalha está dentro de nós...
Decidir entre o certo e o errado, entre o que queremos e o que não queremos fazer, entre o bem e o mal... entre escolher e não escolher!
Porque temos que escolher como queremos ser?
Eu já escolhi: escolho não escolher!
O que vier vem, o que acontecer acontece. É essa a minha escolha. Não faço planos, vivo o presente... chega de passado, não me interessa o futuro agora, só o presente importa.
Quando fazemos planos, corremos sempre o risco de nos saírem furados (a grande maioria das vezes) e acabarmos magoados.
Às vezes, queremos muito uma coisa ou alguém. Fazemos logo montes de planos, construimos castelos nas nuvens... depois, vem a tempestade e com ela, descobrimos que afinal, o nosso mundo não é assim tão perfeito, descobrimos que algo se quebra, que as fundações do nosso castelo não são assim tão fortes. E acaba por ruir, arrastando consigo os nossos sonhos, os nossos planos...
Então, somos assaltados por um tsunami de emoções que vão desde a raiva incontrolável até à tristeza profunda.
E assim ficamos, olhando-nos ao espelho sem nos reconhecermos, agarrados ao nosso lado negro, como se tivéssemos duas personalidades: A sonhadora que nos leva aos píncaros, colorida, cheia de felicidade. Depois, há a outra, a negra, a que se alimenta da anterior, suga-a até não restar o mínimo vestígio.
Por isso, escolho viver um dia de cada vez, sem planos que não se cumprem, sem sonhos que não se realizam... sem desilusões...

terça-feira, 23 de outubro de 2007

Walking over thin ice

Porque mudamos?
Porque é que aquilo que num dia é certo e garantido, no dia seguinte, já faz parte do passado? O que mudou em nós entretanto, fazendo-nos mudar assim tão repentinamente? O que foi que se quebrou?
É como se um dia fossemos dormir e quando acordássemos, todo o nosso mundo tivesse mudado. Tudo aquilo que conhecíamos e queríamos desaparecesse, se alterasse de alguma forma... deixássemos de ver as coisas da mesma maneira, deixássemos de nos sentir como sentíamos ao fazê-las... e porquê?
Aquilo em que acreditávamos piamente num dia, no dia seguinte constatamos que não passava de um engano... que afinal não era bem assim. Sentimo-nos como se nos andássemos a enganar a nós próprios. Pensamos: "Como é possível ter-me enganado tanto em relação a isto?".
Os nossos gostos mudam, as nossas vontades mudam, a nossa percepção das coisas muda e, consequentemente, a nossa interpretação das mesmas, a nossa cor do cabelo muda, nós mudamos...

Será que a vida é feita de mudanças?
E a estabilidade, onde se encaixa?

Esta nossa inconstância magoa...
Magoa aqueles de quem mais gostamos e que mais gostam de nós...
E que podemos fazer?
Nada, não há nada que possamos fazer, a não ser pedir desculpa e esperar que quem gosta de nós, nos saiba compreender e esperar pela bonança...

segunda-feira, 22 de outubro de 2007

We are not what we seem...

Nothing As It Seems

don't feel like home, he's a little out...
and all these words elope, it's nothing like your poem
putting in, inputting in, don't feel like methadone
a scratching voice all alone, there's nothing like your baritone
it's nothing as it seems, the little that he needs, it's home
the little that he sees, is nothing he concedes, it's home
one uninvited chromosome, a blanket like the ozone
it's nothing as it seems, all that he needs, it's home
the little that he frees, is nothing he believes
saving up a sunny day, something maybe two tone
anything of his own, a chip off the cornerstone
who's kidding, rainy day
a one way ticket headstone
occupations overthrown, a whisper through a megaphone
it's nothing as it seems, the little that he needs, it's home
the little that he sees, is nothing he concedes, it's home
and all that he frees, a little bittersweet, it's home
it's nothing as it seems, the little that you see, it's home...

Nothing as it seems - Pearl Jam

Nada é o que parece...
O que hoje está bem, amanhã já não está...
O que é hoje, amanhã deixa de o ser...
E o que somos afinal? Que certezas temos?

sexta-feira, 19 de outubro de 2007

"This means war!"

A propósito de um comentário a um post, em que, acrescentei esta frase, lembrei-me desta cena. É hilariante aquela luta entre o Daffy Duck e o Donald...

quarta-feira, 17 de outubro de 2007

Provas irrefutáveis dos "comedores de merda"!

Antes de mais, quero pedir desculpa pelas incorrecções do post de ontem...
Aqui vai:
Quando eu disse que implicaram com uma mancha de óleo com cerca de 30 cm no chão, induzi-vos em erro... por isso peço desculpa.
A verdade, é que não há nenhuma mancha de óleo no chão!
Com o que eles implicaram, foi com esta lata de óleo que - já viram? Como é que é possível? - estava suja de óleo junto à boca!
Que estranho! Isto é paranormal! Chamem já o Mulder e a Scully! Onde é que já se viu uma lata de óleo suja de óleo?
O normal, é elas terem resíduos de batido de morango com pepitas de chocolate na tampa! Agora óleo? Ná!
Por isso, há pouco, a minha humilde pessoa deslocou-se propositadamente ao casão, munido de telemóvel afim de fotografar o insólito!
Portanto, apresento-vos a famosa lata de óleo da discórdia! Como podem ver, é gravíssimo!

Agora a sério, acham isto normal? É de propósito ou não? Não passa de uma lata de óleo com resíduos de óleo e um pouco de pó... mais nada! E isso é razão para cortar um subsídio (ou atrasá-lo)?
Se não é para dar, não andem para aí a dizer que os dão!
Só para verem a lógica da política agrícola, fiquem a saber o seguinte:
O agricultor biológico paga para não poluir.
O convencional recebe subsídios para poluir.
O agricultor biológico quando pede um subsídio, é fiscalizado sempre.
O agricultor convencional nunca é e gasta-o em jipes topo de gama.
I rest my case...

terça-feira, 16 de outubro de 2007

Comam merda!


Chega! Chega! Chega!

Acabou!
Querem gozar, vão gozar com a PUTA QUE OS PARIU!!!
Pelo não-sei-quanto-ésimo ano consecutivo, a nossa exploração agrícola (para quem não sabe, biológica), foi fiscalizada pelos energumenos do IFADAP, ou IFAP ou o c****** que os f***...
Acontece que, é todos os anos! Desde que me lembro!
Pedimos subsídios (a que temos direito) e todos os anos nos fiscalizam. E os outros? Hein?
Aqueles que são isto ou aquilo do não-sei-das-quantas-que-é-não-sei-quê-ao-ministro? Poluem e destroem a terra com toda a espécie de merdas tóxicas e nunca ninguém os fiscaliza?
É sempre assim nesta merda de país! Sempre que se quer fazer alguma coisa bem feita, vêm sempre aqueles "engomadinhos de merda" implicar com a mínima coisa!
Mas acabou! Vieram cá hoje pela última vez! E muita sorte tiveram em não ter sido a última coisa que faziam na vida!
Foram visitar o casão onde guardamos os tractores e isto é inacreditável! A sério... não é possível... implicaram por haver uma mancha com cerca de 30 centímetros quadrados (e estou a exagerar) de óleo no chão!!! Eh pá! Chega! Por amor de dEUS! Ora se lá estão tractores, é normal haver óleo! Por acaso, até estão os 2 na oficina para estarem afinados para o inverno...
Assim, não vale a pena. É preferível não se pedir subsídios! Arranjam sempre alguma forma de nos lixar! Descobrem sempre formas de os retirar... é melhor não os pedir porque assim, escusamos de os aturar!
Mas voltando à implicância daqueles ranhosos de merda...
Implicaram com a manchinha de óleo no chão... aqueles betinhos de merda que não fazem a mínima ideia do que é a agricultura, nunca pegaram numa enxada... tenham paciência! Tudo menos isso!
Uma pessoa que trabalhou toda a vida no campo, não tem que aturar merdas dessas desses caras-de--que-não-fazem-a-mínima-ideia-do-que-estão-a-dizer-ou-fazer! Por isso, acabou! Hoje, aqueles dois deficientes mentais (peço desculpa aos deficientes mentais) foram escorraçados daqui para fora e tiveram que ir a correr enfiar-se no jipe... ai deles que tenham o azar de voltar! Serão corridos a tiro!
Não é justo! Não vamos tolerar mais injustiças!
Temos feito tudo como deve ser desde o princípio. Até temos coisas a mais do que as necessárias e ainda assim arranjam pretextos para nos retirarem aquilo a que temos direito? Para quê? Para um enfatoadinho qualquer se "abotoar" com mais um jipe de última geração à custa do desgraçado que anda a trabalhar desde o nascer até ao pôr do sol?
Não queremos os vossos falsos subsídios, não queremos a vossa corja de chulos e oportunistas!À próxima, não se ficará pelos empurrões... à próxima o meu pai não estará sozinho e eu não sou nem tão calmo, nem tão paciente em relação às injustiças!

Take this has a warning!

P.S: Peço desculpa se feri alguma susceptibilidade, mas não retiro nada do que disse. Só tenho pena de não ter "largado" tudo quanto tinha vontade...